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8 de setembro de 2010

Independência ou morte!


"- Independência ou morte!", foi o que gritou Dom Pedro I, filho de Dom João VI,  às margens do rio Ipiranga, no dia 7 de Setembro de 1822, declarando que a partir daquele instante, o Brasil estava livre do poder político de Portugal.
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"-Está consumado!", foi o que Jesus Cristo exclamou, num monte chamado Gólgota, por volta das 3 horas da tarde, pendurado numa cruz, afirmando que, a partir daquele momento, TODOS aqueles que cressem no que estava sendo feito ali estariam livres do poder do pecado e da morte.

Qual grito soa mais forte?

O primeiro, tem uma paisagem belíssima, às margens de um rio, com homens em seus cavalos, eufóricos e entusiasmados pela exclamação do então príncipe regente do Brasil.

O segundo, tem um cenário sombrio: pessoas enfurecidas gritando [crucifique-o!], soldados encapuzados com chicotes e lanças nas mãos, religiosos à frente daquele projeto armado e um homem, que de tanto amar mundo, veio para morrer por ele e, ao contrário do imperador acima , era humilde e, como um cordeiro mudo, estava sendo guiado à execução.

Embora não pareça, essas duas distintas exclamações tiveram o mesmo objetivo: nos tirar do poder de alguém. O primeiro, conseguiu nos tirar do poder político de Portugal; o segundo, que foi muito mais intenso e doloroso, conseguiu nos tirar do domínio do pecado e do poder de Satanás. O primeiro, visou libertar apenas uma nação; o segundo, trouxe vida e liberdade a todo aquele que cresse naquele sacrifício. O primeiro ficou pra história e hoje é lembrando por nós, patriotas. O segundo, que aconteceu há dois milênios atrás, continua a martelar nos nossos ouvidos e persevera em ecoar na vida daqueles que recebem Cristo como Salvador e Senhor.

Quantos benefícios nos trouxe o grito angustiante de Cristo! enquanto o de Dom Pedro I nos trouxe um belo feriado, o de Cristo nos trouxe vida, paz, liberdade, amor e tudo o que mundo supostamente tenta dar mas não consegue. Aquele "Está consumado!" foi dito para que hoje ele pudesse sussurrar em nossos ouvidos: "Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mt. 28.20). A verdadeira "independência da morte" quem nos trouxe foi Cristo! Sem o sangue de Cristo sendo derramado, ainda hoje estaríamos mortos nos nossos pecados e, assim, condenados a morte e ao Inferno. Porém Cristo veio mudar este quadro alarmante e nos dar liberdade definitiva: o Santo morreu pelos pecadores para que hoje fôssemos independentes do pecado. A única dependência que temos é dEle e de seu Santo Espírito, e é a melhor dependência que alguém pode ter! Nessa dependência dEle, somos livres!

Muito mais que um simples grito saindo da boca de alguém condenado à morte, foi  AMOR, saindo dos lábios daquele que prometeu nos dar vida, eterna e abundante.

"Abraça a cruz de Cristo, abraça a vida que vem da morte"
valorize este amor!

Paz a você,
Cleison Brugger.
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23 de agosto de 2010

A tirania do SE...

- Se eu estudasse mais..
- Se eu pudesse voltar no tempo..
- Se eu pudesse parar o tempo..
- Se eu tivesse mais alternativas..
- Se eu fizesse aquela escolha...
Se, se, se... é incrível como ficamos presos a duas letras!
Temos muitos planos, projetos infindos, mas sempre acabamos dando espaço para o 'SE' e, por fim, ficamos presos nas mãos deste tirano. Realmente, o 'SE' só é empregado quando trazemos a lembrança projetos inacabados, aquilo que deixou de ser feito ou ainda aquelas coisas que deveríamos fazer e só nos damos conta disso quando a oportunidade de a fazer passou. O 'SE' nunca é dito quando estamos satisfeitos com algo, e sim, quando olhamos para trás e percebemos que haviam coisas melhores a serem feitas e decisões mais coerentes a serem tomadas. O pastor Ricardo Gondim define bem o termo: "Peso que vem do passado: há sempre um 'se' a incomodar. 'Se' aquele caminho, 'se' aquela escolha. Mas só se vai adiante sem a tirania do 'se'". Concordo com ele! Precisamos ir adiante, mas não para chegarmos lá na frente, olharmos para trás e dissermos novamente: "Se..."!

Infelizmente, muitos estão como o povo de Israel no deserto: com saudades do Egito. Eles sempre diziam: "SE estivéssemos lá, teríamos água à vontade" (Nm. 20. 3-5); "SE estivéssemos no Egito, estaríamos comendo carne e não este miserável pão [o maná que Deus dava a eles toda manhã!]" (Nm. 21.5); "Seria bem melhor SE estivéssemos no Egito" (Nm. 14.3), e por esta razão, nunca são felizes, plenos ou se sentem bem com aquilo que fazem ou ainda com o modo como vivem.
Quer saber de uma coisa? Viver sob a dependência de Deus é a maior prova de liberdade!

Deus nos convida a caminharmos lado a lado com Ele, e quem anda com Deus, anda por caminhos extremamente plenos. Com Deus não há motivos, nem razões para dizermos 'SE' em meio a caminhada. Enquanto muitos do povo morreram no deserto porque murmuraram contra o Senhor e sentiram saudades do Egito, os que permaneceram fiés e sob a dependência de Deus pôde, no final, contar seu testemunho: "Palavra alguma falhou de todas as boas coisas que o Senhor prometeu à casa de Israel. Tudo se cumpriu!" (Js. 21.45). Se lá trás Ele disse que deveríamos agir de um modo ou que fizéssemos determinada escolha, é porque Ele tinha certeza que ao final você viraria para trás e diria: "Ufa! Ainda bem que Deus dirigiu meus passos!". A Palavra nos diz: "Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor" (Is. 55.8).

Realmente, andar com Deus requer esforço, estratégias e atitude, mas ninguém disse que seria fácil, pelo contrário, o próprio Cristo disse: "Neste mundo vocês terão aflições; " (Jo. 16.33a), mas antes que olhemos para trás e repensemos a opção de voltar para o Egito, Ele nos diz: "Ei, fique tranquilo  ... Eu venci o Mundo!" (Jo. 16.33b). Essa não é a melhor notícia de todas?

Let's go!
Sinta Deus pegando por suas mãos e te levando por lugares extremamente incríveis!
Não chore porque acabou, sorria porque acontece!


Paz à você.
Cleison Brugger
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31 de julho de 2010

Vai tudo bem?

Saudade de vir aqui pelas madrugadas e conversar um pouco;
Ultimamente, meus textos aqui têm sido muito "revisados" e "ensaiados" e tenho deixado transparecer um pouco meu lado escritor e crítico; mas me alegro pois o blog têm cumprido seu objetivo primário: edificar e abençoar o maior número de pessoas possiveis; enfim, senti vontade de vir até aqui hoje e conversar um pouco.

E aí . . me diz:
- Como vai você?
- como vão os seus planos?
- como vão suas expectativas?
- como tem andado sua auto-estima?
- Como vão seus relacionamentos?
. . . enfim, como vai sua vida?

Creio que a resposta dada a cada pergunta foi um simples BEM, e se a resposta é verdadeira, isto é um bom sinal, mas ontem Deus falava comigo que nem sempre aquilo que achamos que está bem, está realmente bem. Às vezes falamos que "as coisas vão bem", só para nos esquecer dos problemas que as tais  tem nos causado: sofrimento, tristeza, angústia, solidão, revolta, etc. Muitos, mergulharam-se num mar nostálgico, melancólico, passivo e letárgico, a ponto de se conformar com os problemas vividos e ainda dizer que as coisas "estão bem", quando elas NÃO estão! e é realmente triste uma pessoa dizer que as coisas vão bem, enquanto sua realidade mostra escancaradamente o inverso.

Isso me faz lembrar um episódio bíblico, o da mulher da cidade de Suném. Essa mulher disse, para quem lhe perguntou, que estava tudo bem (2Reis 4. 22, 23; 26), enquanto seu filho estava morto dentro de casa, e ela, como mãe, estava desesperada. Porém, ela foi pedir ajuda ao "homem de Deus" (2Reis 4. 27), e por mais impossivel que pareça, o filho daquela mulher voltou a viver (2Reis 4. 34-36).

Se você também está com seu filho morto dentro de casa (que significa problemas aparentemente impossíveis de resolver), vá até o homem de Deus! naquela época, o homem de Deus era o profeta Eliseu, mas hoje, este homem se chama CRISTO JESUS. Ele veio terminantemente para resolver nossos problemas e nos dar toda a paz, e alegria, e esperança, e regozijo, e plenitude que alguém possa ter.

Se você está com sede, vinde às àguas! (Isaías 55.1)
Se você está aflito, acalme-se nAquele que tem o controle sobre TUDO (Salmo 24. 1,2)!
E se tudo parece perdido para você, Cristo quer reverter este quadro e te fazer abundantemente feliz.
Se Lázaro está morto há 4 dias, espere . . . brevemente chegará o Salvador e fará com que ele volte a vida (João 11. 21-26)!

Tudo o que Deus espera é que paremos de confiar em NOSSAS capacidades e em NOSSAS próprias forças e deixemos TUDO por conta DELE. Isso se chama dependência, e depender de Deus é a melhor coisa que existe!

Entregue-se ao Pai de todo o amor! Ninguém melhor para resolver os problemas do filho, do que o PAI!
Se você é filho, coloque seus problemas na conta DELE, porque Ele já pagou para você, e Ele fez isso, só para ter a garantia que você teria dias melhores e mais felizes; O prazer do PAI está no sorriso estampado em seu rosto.

paz à você,
Cleison Brugger.
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26 de julho de 2010

Deus se interessa por futebol?

Foi essa a pergunta que ficou em minha cabeça, logo após a oração que fiz a Deus, em favor da Seleção Brasileira, o que, tendo em vista o lamentável desfecho, não ajudou muito. Caminhando para o fim do jogo, eu, desesperado, fui ao meu quarto e fiz uma inusitada oração: "- Deus, eu não sei se o Senhor se importa ou se interessa por futebol, mas ajuda a Seleção Brasileira!". Bem, como já sabemos, a minha oração (E a de 190 milhões de brasileiros) não foi atendida, e isso nos leva a concluir que Deus não se interessa por futebol.

Mas, porque Deus não se interessa por futebol? Isaías, o profeta, tem a resposta: "Eu sou o Senhor, este é o Meu nome! A Minha glória a outro não darei, nem o Meu louvor aos ídolos" (Isaías 42.8). Digo que Deus não se interessa por futebol, porque Ele não se interessa por nada que, para nós, seja mais fascinante, intenso e deslumbrante que a Sua glória, e esta é a razão pela qual Deus odeia a maioria das coisas que nós amamos: porque estas coisas roubam a glória que é Dele, pois nós damos mais primazia a elas, do que a Deus.

Sendo assim, o futebol (e qualquer outra coisa que nos desperte mais atenção do que Ele), para Deus, é um vilão; senão vejamos: Existem pais tão fanáticos por futebol, que obrigam os pobres coitados de seus filhos a vestirem a camisa ou se pintarem com as cores do "timão", mesmo que a vontade da pobre não seja aquela; por outro lado, dificilmente, na época em que vivemos, veremos pais orientando seus filhos à ter uma vida de oração e devoção; outro exemplo é que, no colégio, trabalho ou faculdade, não poucas vezes falaremos sobre a classificação do nosso time de coração, mas raríssimas vezes discutiremos sobre a nossa fé ou falaremos do impacto de Cristo em nossas vidas. Isso faz com que as nossas relações com Deus sejam passivas e efêmeras, diferente da nossa relação com as outras coisas. Deus odeia o futebol, porque Ele odeia ser colocado em segundo plano.

Enquanto para nós, os jogos são vibrantes, nossos cultos são passivos;
Enquanto nossa emoção ao ver o timão jogar é incontrolável, nossa adoração é letárgica, não havendo mais um desejo ardente de se estar na presença do Altíssimo. Simplesmente tudo o que usamos em nossos cultos hoje, não passa de formalidade.

Que nada seja mais intenso para nós do que celebrarmos a majestade do Deus Poderoso, e que o nosso maior interesse esteja Nele, pois o maior interesse Dele, SEMPRE ESTEVE EM NÓS! (João 3. 16)

Celebre a maior goleada da história: a vitória da cruz!

Paz à você,
Cleison Brugger.
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